sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Terror na Caneca: Jogos Mortais (Por Bruno Moura)



"It's been a while... I know I shouldn't have kept you waiting, but I'm here now!" - Jesus


Olá, pessoal! Tudo bem?
Aqui é o Marcelinho Bruno para mais um Terror na Caneca!!

Chegamos ao mês favorito dos amantes de filme de terror: Outubro. Além de contar com a maior parte dos releases desse gênero nos cinemas, é ainda nesse mês que se é dado um destaque por parte das emissoras de TV e Netflix serviços de streaming.



E o filme que venho a comentar é nada mais nada menos que o primeiro (dos 7) da franquia Jogos Mortais. O filme teve seu lançamento nos EUA no dia 29 de outubro de 2004 e é dado como um dos filmes de terror mais bem sucedidos da década passada.

Antes de prosseguirmos, eu gostaria de reproduzir a seguinte mensagem recebida enquanto eu escrevia esse post: "Hello, reader! You might not know me but I know what you came here for. I'd like to play a game."

O filme possui em seu elenco os atores Tobin Bell (o assassino em todos os filmes da saga, e mais alguns filmes de terror) e Shawnee Smith (mais dois destes e, acostuma com a violência, Tratamentos de Choque badumtis). Quanto a premiações, concorreu ao prêmio Melhor Filme de Terror no 31st Saturn Awards e também ao prêmio Melhor Performance "Assustada" no MTV Movie Awards de 2005. Infelizmente, o filme perdeu em ambas as categorias.

O filme conta a história do serial killer Jigsaw, procurado pela polícia e acusado por uma série de assassinatos dados através dos chamados jogos mortais.

A perspectiva adotada ao longo do filme é voltada aos participantes desses jogos. O jogo principal é protagonizado pelos personagens Dr. Lawrence Gordon (Cary Elwes), um cirurgião especializado em tratamento de câncer e Adam (Leigh Whannell), um fotógrafo que faz freelancers para sobreviver. Tudo isso ocorre em um banheiro com ambos os personagens acorrentados, contando com a presença de um cadáver com miolos estourados.
Além desse, são apresentados cerca de 4-6 jogos com outras "vítimas". O critério aplicado pelo serial killer para a escolha dos participantes é um tanto quanto interessante.

As regras são simples: aqueles que estão sendo testados, seja fisicamente, psicologicamente ou ambos (ao mesmo tempo lol), devem cumprir os desafios no tempo estipulado ou terão o que eu chamo de morte horrível. O intuito desses jogos é justificado por Jigsaw como uma forma de dar uma nova chance aos vitoriosos para repensarem suas atitudes e apreciarem suas vidas.

Admiro bastante esse filme. Não pelas diversas formas de tortura exibidas, mas sim pelo conceito apresentado. Às vezes até me questiono se chega a ser terror mesmo.

Outro ponto forte, na minha opinião, é a música tema do caralho!!!!. E cá entre nós, Jigsaw é foda!



"Live or Die. Make your choice."


(Bruno Moura)

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Caneca de Estreias: 29 de Outubro

Confira as principais Estreias da semana de 29 de Outubro nos Cinemas!

O Último Caçador de Bruxas (The Last Witch Hunter) - trailer

O blockbuster da semana, por motivos de: Vin Disel (Um monte de vezes veloz, e furioso).  Neste filme o fortão é o caçador de bruxas Kaulder, um maldiçoado com a imortalidade,  ele é obrigado a enfrentar mais uma vez sua maior inimiga e unir forças com a jovem bruxa Chloe (Rose Leslie, a Ygritte da Guerra de Tronos, batendo até no Vin) para impedir que uma convenção espalhe uma terrível praga pela cidade (Só pra mim é impossível ler "convenção de bruxas" sem lembrar do clássico da Sessão da Tarde com  Anjelica Huston e sua cena traumatizante marcante das bruxas tirando as perucas e máscaras?). Um dos conceitos que mais me interessam dessa história é de tratar a imortalidade como uma maldição. Ninguém consegue ser feliz sendo jovem pra sempre (pelo menos não sendo o único a ser jovem pra sempre) e parece que o grandão perde muita coisa na sua longa vida por isso. O filme do diretor Breck Eisner prometo muitas cenas azuis escuras e porradas (ninguém bota Vin Diesel num filme se não for pra dar porrada) e é a indicação de ação (será?) da Caneca pra semana.


Grace de Monaco (Grace of Monaco) - trailer

O filme biográfico traz Nicole Kidman (cujo currículo não cabe nestes parênteses) interpretando a lendária Grace Kelly, diva do cinema Hollywoodiano dos anos 50. O casamento de Grace Kelly e o príncipe Rainier III (Tim Roth) foi considerado um conto de fadas na vida real quando aconteceu, em 1956. Entretanto, cinco anos mais tarde e com dois filhos, a verdade é que Grace está insatisfeita com a vida no palácio e o distanciamento do marido (a rotina derruba até Grace Kelly, minha gente!). A chance de novamente sentir-se útil surge quando seu velho amigo, o diretor Alfred Hitchcock (Roger Ashton-Griffiths, interpretando esse diretorzinho aí), a convida para retornar ao cinema como protagonista de seu próximo filme: "Marnie - Confissões de uma Ladra". O problema é que Rainier é terminantemente contra e, ainda por cima, está envolvido com uma ameaça vinda do presidente francês Charles de Gaule (André Penvern): caso Mônaco não pague impostos à França e acabe com o paraíso fiscal existente, o principado será invadido em seis meses (por isso que agora a galera que tem manda dinheiro pra Suíça). Em meio às inevitáveis tensões, Grace e Rainier buscam resolver seus problemas tentando evitar que eles causem o divórcio. O filme, do diretor Olivier Dahan, só por seu roteiro e elenco indica ter ótimas cenas de drama e sentimentos. É a indicação de romance da semana na Caneca.



Betinho - A Esperança Equilibrista - trailer

E pra quem curte uma sessão de cinema no site Belas Artes (ou similar), a indicação cult da semana e este documentário, do diretor Victor LopesO filme aborda a vida do sociólogo Hebert de Souza, conhecido como Betinho. Engajado politicamente desde sua adolescência, Betinho também foi um ativista. Sofreu as consequências da Ditadura Militar sendo exilido, inclusive, foi homenageado na música "O Bêbado e o Equilibrista", de Elis Regina (Em 1979, o "Hino da Anistia"). Betinho, hemofílico em um tempo onde os testes de transfusão sanguínea eram bem menos exigentes, contraiu o vírus HIV. Antes da sua morte em 1997, o brasileiro iniciou campanhas contra a AIDS e a fome, além de fundar o IBASE, um instituto para pesquisas de ações governamentais. A aula de história também é indicação, entre as estreias da semana, na Caneca. 

(Cris F Santana)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

As Vantagens de Ser Invisível (por Cris F Santana)

(The Perks of Being a Wallflower - 2012)

Uma confissão pessoal: Tenho uma séria dificuldade em escrever sobre filmes que me afetam profundamente. E claramente As Vantagens de Ser Invisível faz parte dessa lista.



O drama, dirigido por Stephen Chbosky, baseado em seu próprio livro (o que talvez explique uma adaptação tão boa, chamaria de dois pontos de vista da mesma história) homônimo, nos mostra a história de Charlie. Um adolescente que perdeu o seu melhor e único amigo tragicamente, mas que tem sua vida completamente alterada ao voltar ao colégio e conhecer Sam e Patrick, irmãos de pais (e mães) diferentes. Não se trata de um simples drama adolescente, tudo nesta história é muito mais profundo do que isso. Charlie é introspectivo, é melancólico, é reprimido, é intrigante, é solitário, é reflexivo, é ingênuo, é dependente, é amigo, é filho e irmão, é intenso, é especial. Mas são Patrick e Sam que fazem a história de Charlie realmente valer a pena.

É possível dizer que não haveria meios de o elenco do filme ser melhor escolhido (li o livro, é sério isso!) Logan Lerman (o menino acusado de roubar raios) é Charlie e deu à personagem toda a sensibilidade e introspecção que era esperada e necessária. Não encontrei palavras para descrever o quanto Emma Watson (eternamente a melhor bruxa) interpreta exatamente Sam. Bela, inteligente, apaixonante, e com sua personalidade que, apesar de externalizar uma imagem de garota para a qual nada é impossível, na verdade guarda em defensiva dentro de si sua real amabilidade e inseguranças. Ambos são genais! Mas, quem acredito que realmente rouba a cena no filme, é Ezra Miller (O serial-killer de quem precisavam falar e em breve o herói do raio), no papel de Patrick o jovem gay, incompreendido, segregado, bullynado (não sabia como conjugar isso) e que além disso tudo, ainda vive uma paixão secreta pelo garoto destaque do time de futebol e provavelmente pra sempre no armário (ia dizer em Nárnia mas achei que podia ser difícil apreender a referência). E que, contra todas as expectativas, é um cara incrivelmente bom e compreensivo, que tem o dom particular de entender a alma dos amigos. E Ezra constrói a sutiliza artística de Patrick de tal forma a se encaixar integralmente com a personalidade exótica e excêntrica da personagem.


Somente a história e toda a sua profundidade e qualidade de roteiro e interpretação já bastariam para indicar o filme. Mas jamais poderia escrever sobre esse filme sem mencionar que tem uma de longe a minha favorita trilha sonora sensacional (escolhi a dedo pelo autor do livro). O gosto particular dos meio não irmãos Sam e Patrick (e obrigado autor do livro por isso) reproduz uma porção de clássicos do rock pop anos 80 (amo/sou). A trilha inclui Temptation por New Order, Asleep por The Smithis, só pra começar a citar. Aqui tem a trilha completa no YouTube (e Aqui a playlist pra quem usa Spotify). 



A trila sonora, aliás, é fator determinante que faz este filme possuir uma das cenas da minha lista de "mais belas cenas de filme de todos os tempos" quando Emma "flutua" do lado de fora da cabine de uma picape em movimento ao som de Heroes de David Bowie.




Enfim, não faltam motivos para elogiar As Vantagens de Ser Invisível, ou para sugerir que o filme seja assistido. Já assumi que sou suspeita nesta indicação, e nem acredito que consegui expressar tudo que realmente o filme me traz. Mas insisto em dizer, aos amantes de dramas e/ou histórias que inspiram reflexão. Este filme definitivamente precisar na lista de assistidos. 

(Cris F Santana)

PS. Os raios de Logan e Ezra não tem nada em comum.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Terror na Caneca: Psicose (por Roberta Ferreira)

(Psycho - 1960)

Neste Terror na Caneca, teremos a análise de um clássico do terror, Psicose. O filme é uma adaptação do livro Psycho, de Robert Bloch, publicado em 1959.

A cargo da direção do filme está Alfred Hitchcock e os papéis principais ficaram com Anthony Perkins (Norman Bates) e Janet Leigh (Marion Crane).

A película acompanha a história de Marion, uma simples secretária insatisfeita com seu trabalho e o namoro fracassado com um homem divorciado. Cansada da vida que leva, Marion rouba 40 mil dólares do escritório onde trabalha e decide fugir da cidade e recomeçar em outro lugar. Nessa fuga, ela se hospeda em um hotel na estrada, um negócio de família administrado por Norman Bates, um homem extremamente obsessivo, perturbado, muito devoto e temeroso em relação à figura de sua mãe, Norma Bates.




No desenvolvimento da história, é possível perceber que há algo errado em relação a Norman, coisa que não fica muito evidente para Marion, que está mais preocupada em cobrir seus rastros, de modo a não prestar muita atenção no perigo que ronda o hotel Bates.

O filme nos presenteia com a cena clássica do chuveiro, onde fica evidente que os filmes do passado abusavam de efeitos sonoros para amedrontar a audiência e, para o cinema da época, as cenas de violência e morte eram muito teatrais. Nos dias de hoje, esses excessos de interpretação talvez não funcionem muito bem, porém isso não tira o interesse do filme.



A filmagem em preto e branco foi opção de Hitchcock, que considerou que o filme ficaria ensanguentado demais se fosse feito a cores.

Há uma reviravolta no final, deixo como surpresa para as pessoas que se interessarem a assistir o filme.

Uma curiosidade em relação a Psicose, Hitchcock comprou anonimamente os direitos do livro e mandou retirar as cópias existentes do mercado, de modo a manter o final da história em segredo.

E para os aficcionados em cinema que também curtem séries, fica a indicação de Bates Motel, série onde é possível acompanhar a adolescência de Norman e, entender um pouco mais sobre a evolução de Norman de adolescente perturbado a psicótico completo.

(Roberta Ferreira)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Caneca de Estreias: 22 de Outubro

Confira as principais Estreias da semana de 22 de Outubro nos Cinemas!

Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma (Paranormal Activity: The Ghost Dimension) - trailer 

O Blockbuster da semana, como um bom mês de Outubro pede, é o quinto filme da franquia (ou o sétimo, fiquei na dúvida quanto a isso) Atividade Paranormal. Seguindo a mesma linha coisas estranhas capturadas por câmeras caseiras, com o adicional da criancinha que é encantada pelos caras maus, desta vez, os protagonistas são os irmãos Fleege. Quando se mudam para uma nova casa com a família (filmes de terror fazem não gostar da ideia de me mudar), Ryan Fleege (Chris J. Murray) descobre uma caixa com dezenas de fitas cassetes de décadas atrás (incrivelmente não mofadas). Estranhamente, as imagens parecem se comunicar com os vivos. Procurando mais, Ryan e seu irmão (Dan Gill) encontram uma câmera diferente, capaz de registrar atividades paranormais. Com a ajuda da esposa, do irmão e da filha, ele passa a gravar fenômenos malignos que ameaçam seus entes queridos. Família que se muda, lembranças macabras dos moradores antigos, seres sobrenaturais nelas, criancinhas dominadas, não parece ser um filme muito diferente dos demais da franquia (ou dos demais do terror). Mas, fica a dica pra semana.



Goosebumps: Monstros e Arrepios (Goosebumps) - trialer 

Na dúvida se era pra ser um terror, uma comédia adolescente ou uma nova versão de Jumanji, é no mínimo, diferente (mentira, terror não era pra ser mesmo). Usando como pano de fundo as histórias da coleção Goosebumps (do autor R.L. Stine, publicados entre 92 e 97). No filme, do diretor Rob Letterman, o jovem Zach Cooper (Dylan Minnette) se muda de Nova York para uma cidade pequena dos Estados Unidos, para onde a mãe é transferida. Lá, eles passam a morar na casa ao lado da de Hannah (Odeya Rush) – por quem o adolescente se apaixona (quem diria?!) – e o pai, o ranzinza R. L. Stine (Jack Black, interpretando o autor da coleção). Depois de escutar gritos vindo da propriedade ao lado, Zach invade a residência com a ajuda do medroso colega (Ryan Lee) e acaba, acidentalmente, abrindo um dos livros e, consequentemente, dando início à libertação de todos os monstros criados por Stine. Juntos, eles terão que mandar as criaturas de volta para as prateleiras. Com um que de apelo nostálgico para os pré-adolescentes da década de 90 ou de filme adolescente dois mil e quinze mesmo, a dica de descontração nas estreias da semana.


Ponto dos Espiões (Bridge of Spies) - trailer

Podia ser apenas mais um filme sobre a Guerra Fria com espiões, se não fosse um filme dirigido por Steven Spielberg e se o personagem central no meio do plot dos espiões não fosse  Tom Hanks! no filme, em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks, sem correr, sem Wilson, mas talvez precisando de resgate) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos. Pense, você está lá, de boa, na sua vida de advogado de seguradora, só provando que fulano que não sabe dirigir, o carro não tem culpa. E surge o exercito americano te chamando pra defender um inimigo reconhecido da nação alucinadamente ufanista americana?! O mínimo que se espera é um boom de plot twist pra explicar o que há de estranho nessa história (tô apostando no espião soviético). Spielberg pode não ser unanimidade em qualidade, mas em grandiosidade, com certeza é! Pra quem curte filmes de Guerra (ou Tom ou Spielberg, porque sim) é a recomendação máxima da semana. Ah sim, se for ver, me chama.

(Cris F Santana)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Notícias da Caneca: Os 25 filmes mais bem votados do IMDb

O IMDb (Internet Movie Database), maior centro de dados sobre cinema na internet, em comemoração aos seus 25 anos, postou a lista dos 25 filmes mais bem votados por seus usuários nesse período. Algumas curiosidades da lista:



    - Apenas dois filmes não são norte-americanos: o francês Intocáveis, único da lista que ainda não vi, e o chatíssimo italiano A Vida é Bela;

    - Christopher Nolan é o diretor com o maior número de filmes citados: A Origem, Amnésia, Interstelar, Batman Begins e Batman - O Cavaleiro das Trevas;

    - Quentin Tarantino apesar de três filmes lembrados (Django Livre, Bastardos Inglórios e Cães de Aluguel), curiosamente não aparece com Pulp Fiction - Tempo de Violência;

    - Martin Scorsese, que divide com Woody Allen a honra de maior diretor americano vivo, também foi lembrado três vezes: Os Bons Companheiros, Os Infiltrados, O Lobo de Wall Street.

A lista completa:
  • 1990.Os Bons Companheiros (Martin Scorsese)
  • 1991. O Silêncio dos Inocentes (Jonathan Demme)
  • 1992. Cães de Aluguel (Quentin Tarantino)
  • 1993. A Lista de Schindler (Steven Spielberg)
  • 1994. Um Sonho de Liberdade (Frank Darabont)
  • 1995. Se7en (David Fincher)
  • 1996. Fargo (Joel e Ethan Coen)
  • 1997. A Vida é Bela (Roberto Benigni)
  • 1998. O Resgate do Soldado Ryan (Steven Spielberg)
  • 1999. Clube da Luta (Christopher Nolan)
  • 2000. Amnésia (Christopher Nolan) 
  • 2001. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Peter Jackson)
  • 2002. O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (Peter Jackson)
  • 2003. O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (Peter Jackson)
  • 2004. Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (Michel Gondry)
  • 2005. Batman Begins (Christopher Nolan)
  • 2006. Os Infiltrados (Martin Scorsese)
  • 2007. Na Natureza Selvagem (Sean Penn)
  • 2008. Batman, o Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan) 
  • 2009. Bastardos Inglórios (Quentin Tarantino)
  • 2010. A Origem (Christopher Nolan)
  • 2011. Intocáveis (Eric Toledano)
  • 2012. Django Livre (Quentin Tarantino)
  • 2013. O Lobo de Wall Street (Martin Scorsese)
  • 2014. Interestelar (Christopher Nolan)


(Julio Chuman)

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Brasil na Caneca: Salve Geral (por Cris F Santana)

(Salve Geral - 2009)

Brasil, 2006, março, o Estado de São Paulo é tomado pelo caos causado pelos ataques comandados pelo crime organizado. A boataria decorrente gera pânico e as ruas das cidades se tornam verdadeiros desertos intercalados com manchas de sangue. 



É sobre esse cenário de quase horror, que muitos paulistas certamente nunca esquecerão (eu entre eles), que o diretor Sergio Rezende construiu o filme Salve Geral. Porém, mas que um filme sobre o crime, mas que um Tropa de Elite, mais que um 400 Contra 1, este filme é uma história de amor. O amor de uma mãe por seu filho.

Em Salve Geral, Andréa Beltrão (um talento inegável do Cinema) é Lúcia. Formada em direito, professora de piano por amor a arte, viúva e mãe de Rafael (Lee Thalor) o típico playboy mimado. Acontece que Rafael, que é participante de rachas (e dirige bem que só que!) se mete em uma confusão após uma corrida duvidosa e acaba assassinando uma pessoa. O que (surpreendentemente, já que falamos de Brasil) o leva pra cadeia. E tudo muda na vida de Lúcia, que passa a ser uma das mães de presidiários (das mais assíduas). Quando sem dinheiro pra pagar os advogados (e um tanto desesperada), Lúcia conhece Ruiva (Denise Weinberg, eternamente a mãe da Alice) advogada e pessoa que faz todo o trabalho sujo de um dos chefes do crime paulistano, conhecido como O Professor (Bruno Perillo). Ruiva oferece dinheiro para que a ex-professora de piano entregue algumas encomendas (leia-se celulares) para o seu cliente. E uma relação bastante inimaginável surge aí. 

No meio de tudo isso, o sistema carcerário paulistano está entrando em colapso, penitenciárias super lotadas, assistências negadas, e a consequência é: O crime se organiza (muito melhor que as autoridades, diga-se de passagem) e está formado o  Primeiro Comando da Capital (vulgo PCC), o "partido" para defender as causas penitenciárias (sob o lema "Paz, Justiça e Liberdade!" Sim o mesmo do rap que tinha no LP do Rap Brasil lá nos anos 90) e os envolvidos com a criminalidade paulistana, querendo ou não (não se tem muitas opções diante de uma arma na sua cabeça), passam a fazer parte do partido.



Não há o que se comentar da atuação de Andréa Beltrão no filme. É muito fácil acreditar no drama da mãe, no amor da mulher, nas atitudes desesperadas e em todas as faces de Lúcia que conhecemos no decorrer da trama. Toda a história do Partido torna-se um pano de fundo diante a história de Lúcia. Claro que, é impossível não tomar a película como uma aula de história, que ajuda a entender, e de um modo bem crível, como foi que mesmo de dentro das Cadeias, os chefes do crime organizado conseguiram arquitetar e comandar com tanta precisão a onda de terror e caos que se passou naquele fim de semana de dia das mães. Quanto o Estado tanto é incapaz de controlar quanto contribui para a formação desta articulação. Mas, mais do que isso, é também uma aula sobre a alma humana, suas forças e fragilidades. Como é a vida de uma mãe obrigada a aceitar seu filho preso, quanto o amor sem limites de uma mãe pode ajudar o filho ou quanto pode contribuir para seu mal.

Salve Geral não é um filme que não toma partidos, não defende os bandidos e muito menos a Polícia! Mas é mais um dos filmes do Cinema Nacional que todos deveriam assistir e tomar um tempo para refletir sobre suas mensagens.

(Cris F Santana)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Caneca de Estreias: 15 de Outubro

Confira as principais Estreias da semana de 15 de Outubro nos Cinemas!


A Colina Escarlate (Crimson Peak) - trailer

Do controverso diretor Guillermo del Toro (de Labirinto de Fauno a Círculo de Fogo) o terror cheio de fantasmas e bichos estranhos saindo do chão, conta a história da escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska, trocando o País das Maravilhas por Casarões escuros) que apaixonada pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston, sem chifrinhos mas aparentemente com poderes), muda-se para sua sombria mansão no alto de uma colina (mocinhas de filme de terror e sua falta completa de filtros). Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain, que era ruiva quando contava a História Cruzadas das antigas domésticas exploradas americanas), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres de outro mundo não demora a abalar a sanidade de Edith (achei mancada essa ligação da sinopse entre "cunhadas" e "seres do mal", mas tá lá então tá aqui). De certa forma, o filme parece fugir do lugar comum no terror "casa antiga, novos moradores, maldição", afinal os moradores estranhos ainda estão na casa (o resto tem mesmo) e também tem todo o clima de "romance" envolvido (dizem por aí que é impossível não se apaixonar por Tom, mas já desisti de entender isso). Se você é fã de vilões, de terror, ou de Vingadores, é a dica da semana.


Um Amor em Cada Esquina (She's Funny That Way) - trailer

Tem comédia em cartaz! Isabella Patterson (Imogen Poots) mora com os pais e trabalha, às escondidas, como garota de programa. Ao ser contratada para acompanhar o diretor teatral Arnold Albertson (Owen Wilson, comediante profissional), ela é surpreendida com a proposta feita por ele, de que lhe daria US$ 30 mil caso ela deixasse a prostituição (Não, não estamos falando de Uma Linda Mulher). Isabella aceita a proposta e passa a se dedicar ao seu sonho de ser atriz. Ao ser avisada de uma audição para o papel principal de uma nova peça, ela corre para o local onde os testes estão acontecendo. Lá ela não apenas reencontra Arnold como descobre sua verdadeira identidade. Aparentemente, ela não é a única a ter a vida "salva" pelo diretor-galã! Pra completar a diversão, ainda tem Rachel Green Jennifer Aniston interpretando a terapeuta da loirinha. O filme do diretor Peter Bogdanovich, pra quem procurar um filme tranquilo e divertido, é a dica da semana.


Operações Especiais - trailer

Pense em Tropa de Elite! Agora troque o sargente/coronel Nascimento por Cléo Pires! Tem como não valer a pena ver o filme?! Do diretor Tomás Portella, o filme resgata a linha policiais tentando ser honestos. No Rio de Janeiro de 2010. Formada em turismo e trabalhando como atendente em um hotel, Francis (Cléo Pires, o talento de Glória Pires mais o carisma de Fábio Jr) se anima com a possibilidade de entrar para a polícia civil (julgando). Ela presta o concurso, é aprovada e passa a frequentar o curso de habilitação para policial. Porém, é mesmo período em que ocorreu a invasão no Complexo do Alemão, com traficantes de vários morros cariocas fugindo para cidades periféricas. É o que acontece em São Judas do Livramento, cidade no interior do estado do Rio, que passa a lidar com uma onda de crimes sem precedentes. Para combatê-los, a policial (que tava na boa curtindo seu trabalho burocrático) é enviada a unidade liderada pelo incorruptível delegado Paulo Froes (Marcos Caruso, ponho a mão no fogo pela qualidade do trabalho desse cara). No batalhão ela precisa lidar com a desconfiança dos demais policiais, especialmente Roni (Thiago Martins, Nós no Morro para o mundo!), e também com as dificuldades da profissão, dos perigos do ofício até a corrupção existente ao seu redor. É porrada e é tiro pra todo lado! (Vê o trailer! Sério!) Sei que sou suspeitíssima quando o assunto é o Cinema Nacional mas, o trailer promete um filme, no mínimo, bonito de assistir (Hehehe). E se for ver, me chama! (E se não chamar, vou sozinha mesmo). 
Ps. Fiquem com a frase: "Não pega na minha arma.." 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brasil na Caneca: A grande vitória (por Salemme)


O longa brasileiro é baseado na história real do Judoca Max Trombini. Nascido em família humilde e abandonado pelo pai, Max (Caio Castro) é criado pela mãe Tereza (Suzana Pires) e pelo avô (Moacyr Franco) que falece quando Max tem apenas 11 anos, causando grande revolta no garoto que passa a entrar em encrencas e dar problemas na escola.



Já na eminencia da expulsão, o professor de Educação Física da escola sugere que a mãe matricule Max numa aula de artes marciais, para criar disciplina e responsabilidade. Tereza vai então na academia de Judô do Sensei Josino (Tato Gabus Mendes), gasta toda o dinheiro que tem na matricula e mensalidade, costura ela mesmo um quimono pro garoto que rapidamente se apaixona pelos treinos e começa a prestar serviço na academia para manter sua vaga mesmo sem Tereza ter condições de pagar.

Max logo se destaca entre os atletas e começa a disputar campeonatos e a correr atrás de patrocínios para participar de uma eliminatória olímpica. Nesse permeio, conhece Alice (Sabrina Sato) se apaixonam e as consequências dessa paixão vão trazer grandes reviravoltas em sua carreira e em sua vida.


Como gosto muito de filmes baseados em histórias reais, recomendo para um dia chuvoso a tarde, desses que pedem um filme light. Quebrando meus preconceitos com o cinema nacional, A Grande Vitória não tem o apelo sexual como principal chamariz do filme, ponto pra ele. Não sou muito fã do Caio Castro, mas contracenando com Sabrina Sato qualquer um vira digno de Oscar.

Em compensação contamos com as brilhantes atuações de Tato Gabus e de Rosi Campos, como a diretora da escola de Max.

Além disso em certo momento podemos contar com a brilhante atuação de Carlos Massa (sim, o Ratinho)


Vale pela mensagem!

(por Salemme)


Curiosidade: o professor de Educação Fisica do colégio de Max é vivido pelo próprio Max Trombini. 

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Caneca de Estreias: 8 de Outubro

Confira as principais Estreias da semana de 8 de Outubro nos Cinemas!


Peter Pan (Pan) - trailer

Quando alguém pega um daqueles contos que você já está cansado de conhecer e diz "Sabe o que você achava que conhecia dos personagens?! Pois vou te contar que não é nada daquilo!" Seguindo a linha Malévola, o filme do diretor Joe Wright, parece trazer uma nova visão da história da Terra do Nunca, onde Gancho parece ter virado o herói da história (mais ainda que em Once Upon a Time, mas talvez menos gato).  Peter (Levi Miller, esse menino gracinha) é um garoto de 12 anos que vive em um orfanato em Londres, no período da Segunda Guerra Mundial (E isso é bem interessante). Um dia, ele e várias crianças são sequestradas por piratas em um navio voador, que logo é perseguido por caças do exército britânico (Como não pirar com essa informação?!). O navio escapa e logo ruma para a Terra do Nunca (lá perto da casa dos meus pais), um lugar mágico e distante onde o capitão Barba Negra (Hugh Jackman, sem costeletas e sem garras de adamantium) escraviza crianças e adultos (novidade aqui!) para que encontrem pixum, uma pedra preciosa que concentra pó de fada (e com nome de porquinho da índia). Em pleno garimpo, Peter conhece James Hook, também conhecido no Brasil como Gancho (Garreth Hedlund, sou mais o Colin), que tem planos para fugir do local. E no meio disso temos o mistério da história da mãe de Peter e as fadas coloridas (fadas co-lo-ri-das! Brisa, muita brisa). Particularmente, gosto bastante destas reinvenções de história, que tendem a deixar as "lendas" com uma mensagem mais atualizada. Tudo bem que a verdade é que é só uma forma de vender mais uma vez a história, mas, se temos uma nova boa história, por que não?! E se for ver, me chama mesmo!


A Travessia (The Walk) - trailer

O filme do diretor Robert Zemeckis é conta a história real do equilibrista Philippe Petit (Joseph Gordon-Levitt, que sofreu 500 dias), famoso por atravessar as Torres Gêmeas usando apenas um cabo (a história do filme). Mesmo sem ter autorização legal para a arriscada aventura (vulgo maluquice suicida), ele reuniu um grupo de assistentes internacionais e contou com a ajuda de um mentor para bolar o plano, que sofreu diversos obstáculos até poder ser finalmente executado. A travessia ocorreu na ilegalidade em 7 de agosto de 1974 e ganhou destaque no mundo inteiro. Filmes baseados na realidade tendem a fazer sucesso entre os críticos (talvez porque dá pra comparar com o real e falar "Olha! Fez igualzinho!") e esse filme está seguindo o plano das boas notas. A dica de drama da semana. 



(Cris F Santana)

Terror na caneca: O Grito (por Roberta Ferreira)

(The Grudge - 2004)

Hoje no Terror na Caneca, vamos falar do filme O Grito.
Possui direção de Takashi Shimizu e no elenco estão nomes como Sarah Michelle Gellar, Jason Behr, Clea Duvall e Bill Pullman.
A história começa com a personagem de Gellar, que é uma enfermeira que mora e trabalha no Japão. Ela é contratada como cuidadora de uma senhora com problemas de locomoção. A partir do momento em que ela passa a habitar a casa, começa a sentir que algo está errado com o lugar e começa uma investigação por conta própria.
A partir dessa pesquisa ela consegue identificar o que de tão grave aconteceu aos antigos habitantes da casa. Figuras pálidas, elementos bizarros e sons agonizantes fazem parte do ambiente.
O filme explora uma crença japonesa de que, quando uma pessoa morre por resultado de um acesso de raiva extrema ou profundo sofrimento, uma maldição se cria no lugar onde ocorreram esses eventos. E cada pessoa que entra em contato com o lugar amaldiçoado inevitavelmente terá um fim trágico.


Durante seu desenvolvimento, conhecemos os motivos que levaram ao extremo de violência e sofrimento que envolveram a família em questão.
A história implica em um clima de tensão quase que constante, sustos repentinos,  efeitos sonoros muito bons, afinal, todo bom filme de terror recomendável tem o terror psicológico baseado em elementos de sonoplastia.
Pros amantes do gênero, garante a diversão. Recomendo.


(Roberta Ferreira)


p.s.:A título de curiosidade, The Grudge é um remake, o original é japonês, de 2003 (Ju-on: The grudge).




sábado, 3 de outubro de 2015

Perdido em Marte (por Victor Abadio)

(The Martian - 2015)

Matt Damon vai a Marte uma semana depois da NASA anunciar que achou água no planeta vermelho. Coincidência? Vem comigo desvendar essa conspiração.



Perdido em Marte é uma ficção científica baseada no livro de mesmo nome de Andy Weir. Na trama, uma missão a Marte tem de ser abortada por causa de uma grande tempestade que causaria danos irreparáveis ao veículo de escape da missão, portanto os astronautas são obrigados a evacuar o planeta as pressas. No meio disso, Mark Watney é atingido e dado como morto, mas isso não aconteceu. A estréia do autor no mundo literário recebeu críticas e muito boas não só pela sua história mas também pela sua riqueza de detalhes técnicos sobre uma missão espacial. O filme seguiu a mesma linha, só que contou muito com a ajuda da Agência Espacial Americana (NASA) para verificar a veracidade dessas situações.

Alguns diriam que a NASA segurou a informação sobre o achado de água em Marte até o lançamento do filme em que esteve ativamente envolvida para ter mais publicidade, e com isso conseguir mais fundos para suas pesquisas. Cabe a cada um acreditar ou não...

O filme é lindo de ver. A cinematografia do diretor Ridley Scott está tão presente quanto em suas outras (famosas) viagens ao espaço (Alien, Prometheus), porém este não segue a mesma "linha" de seus meio irmãos. Perdido em Marte é otimista. Isso geralmente não é esperado de um filme de Scott, que geralmente gosta do nuance de suspense e situações nervosas.

Tendo lido o livro, arrisco dizer que a adaptação de Ridley Scott foi somente um resumo com visão positiva da obra de Andy Weir. O protagonista Mark Watney passa por inúmeras situações de perigo em que tem que atingir fundo em sua mente para construir uma solução, e no filme essas situações podem ser contadas numa mão. Só não digo que a situação dele é leve na adapatação porque ele ainda está sozinho em Marte e a ajuda está a 4 anos de distância.

Além disso, o filme construiu um balanço maior entre as cenas em Marte e na Terra (no livro passamos mais tempo com Watney), e isso foi uma boa surpresa. Deixou o filme mais dinâmico onde eu me preocupava que poderia ser monótono. As cenas com a tripulação da missão - que conta com nomes como Jessica Chastain, Kate Mara e Sebastian Stan - foram muito bem feitas e merecem destaque.

Matt Damon está muito bem, como sempre. Ele incorporou muito bem o bom humor que o personagem mantém nessa situação de adversidade e nos convence de que tudo vai ficar bem assim que ele resolver o próximo problema.

Perdido em Marte vale seu ingresso ao cinema, e uma olhadela ao planeta que tanto aparecerá na mídia nos próximos anos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Caneca de Estreias: 01 de Outubro

Confira as principais Estreias da semana de 1º de Outubro nos Cinemas!

Perdido em Marte (The Martian) - trailer

O destaque nas estreias da semana é o sci-fi de direção de Ridley Scott (que lá em 79 botou Alien no 8o banco, mas ultimamente só Prometus), e também podia se chamar: F*dido em Marte! O astronauta Mark Watney (Matt Damon, mais uma vez brincando de viajar no espaço) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa (brava/imensa/destruidora/duca) tempestade ele é dado como morto. Abandonado pelos colegas, acorda sozinho no misterioso planeta com quase nenhum suprimento, sem saber como reencontrar os companheiros ou voltar pra Terra (já chama o Wilson!). Agora pense! Você está sozinho, em planeta que até outro dia desses ninguém sabia nem que tinha água (mesmo a salobra), com recursos pra um mês, e a viagem pra te buscar, se (e disse se!) alguém receber a tua mensagem leva 4 anos! O cara tá ou não tá aquela palavra com F ali?! Mas, nem tudo são trevas, o moço Mark MacGyver consegue não só ir se virando como avisar a galera que está vivo. Agora, se os colegas de tripulação vão ou não arriscar as suas vidas pra resgatar o astronauta, só assistindo pra saber (Eu aposto na benevolência da humanidade). Provavelmente, é dos filmes que só os efeitos especiais já valem o ingresso do cinema. Mas além disso, o livro referência é bastante elogiado, então a perspectiva é de uma ótima história. (E pra quem gosta de beleza masculina, uma boa parte do filme parecer ser entre Matt e Damon, apenas). De mais a mais, se for ver, me chama!


Vai Que Cola, O Filme - trailer

Se você já assistiu alguma vez o programa no Multishow já conhece bem o plot do filme. Sim, o nacional da semana é quase um episódio estendido do seu original na TV. Mas, caso você não tenha TV a cabo (ou more em Marte) a história é a seguinte: Após ser vítima de um golpe que roubou todo seu honesto dinheiro, Valdomiro (Paulo Gustavo, esse moço que sempre faz o mesmo personagem, mas sempre dou risada mesmo assim) se muda para a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla) no Méier, bairro no subúrbio do Rio de Janeiro, onde pretende escapar da polícia (porque ele é vítima, e vítimas sempre fogem da polícia). Para sobreviver, ele passa a vender quentinhas pelas redondezas. A situação muda (e é aqui que foge da série) mais uma vez quando Andrade (Márcio Kieling), seu ex-sócio, consegue fazer com que Valdomiro recupere sua cobertura no Leblon. Mas há um problema: como a pensão foi interditada pela Defesa Civil, Dona Jô e os demais moradores se mudam para a casa de Valdomiro. Como diria Jéssica (Samantha Schmutz, engraçadíssima, como sempre) "O jogo virou queridinha!". A dica nacional da semana pode não indicar ser um filme surpreendente, mas pra quem curte o humor do Paulo Gustavo, é pedida certa! (E sim, se for ver, me chama!).


A Possessão do Mal (The Possession of Michael King) - trailer

E tem estréia de Terror esta semana também! (É outubro, irmão! A festa do terror está lançada!) Do diretor estreante David Jung, conta a história de Michael King (Shane Johnson) que não acredita em religião, espiritismo ou fatos paranormais (também não acredito, mas que existem, existem). Enfrentando a morte da esposa, ele decide fazer seu próximo filme ligado à busca da existência de forças sobrenaturais. Michael permite que vários praticantes de artes ocultas testem os rituais mais pesados nele na intenção de provar que tudo é um mito ('Cê é louco, irmão!). Porém, algo acontece ("algo"). Você aí com medo da brincadeira do copo e o cara bulindo com os capirotos todos de uma vez só! Não vou nem falar muito por motivos de: O trailer fala que quando você chama, vem. Melhor não arriscar. Dica de terror da semana! Se for ver, tô de boa!

(Cris F Santana)

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