terça-feira, 31 de outubro de 2017

Bingo: O Rei das Manhãs

(Bingo: O Rei das Manhãs - 2017)

Quem foi criança no final dos anos 80, começo dos ano 90 com certeza vai mergulhar na nostalgia – até o cinema nacional chegou lá – e perceber logo de cara que Bingo não era o nome original do palhaço desse filme! Por conta de tretas de direitos autorais os caras precisaram mudar uns nomes pra continuar deixando óbvio quem era evitar que a gente reconhecesse as personagens – só a Gretchen é a Gretchen – e assim nasceu Bingo, O Rei das Manhãs!

O filme é a biografia adaptada de Arlindo Barreto Augusto Mendes que deixou de ser ator de pornochanchadas pra se tornar o palhaço dos cabelos espetados vermelhos azuis e roupa azul vermelha,  Bozo Bingo e invadir as casa todas as manhãs com seu programa na TVS, atual SBT TVB, se tornando um concorrente direto e difícil para o o Show da Xuxa Lulu na TV Globo Mundial - não dá pra dizer que as adaptações não foram criativas.

Esse palhaço simpático expressão da inocência infantil

Temos na tela a história do homem desde os filmes pornôs, de como ele ganhou o papel do palhaço (uma história que garantiu muita risada não muito correta), como conseguiu ganhar a audiência e o carisma da molecada nas manhãs na TV, até se afundar das drogas e as drogas afundarem com ele (e o que aconteceu com ele depois, porque o Arlindo de verdade exigiu isso em contrato).

Apesar de ser uma história cheia de palhaçada – ba dum tis – é o drama que dá o tom da trama. Mesmo tendo alcançando todo o sucesso que sempre sonhou, por contrato o cara não podia falar que ele é que era o Bingo, e ser um mega blaster hiper famoso e ao mesmo tempo um Zé Ninguém atormentou muito o homem e fez sofrer ainda mais seu filho – todo mundo ama teu pai, mas ninguém sabe que é teu pai e nem você vê mais teu pai, pense! Além disso o filme também dá uma visão bacana de como se fazia TV nos anos 80 - ou hoje - e dos meandros que regem até onde se vai na guerra pela audiência.

Os produtores do filme deram muita sorte quando Wagner Moura disse que não ia rolar agenda pra ele fazer o palhaço e indicou Vladmir Brichta, Vladmir é o dono do filme! Sem dúvidas era o ator perfeito pra personagem, sarcástico, caricato e dramático cada um na medida certa - Tem todos os meus elogios.

A religiosa diretora Lúcia de Leandra Leal pode ser chamada de coprotagonista do filme, construída de forma bem interessante, ela vai se mostrando aos poucos no decorrer do filme e nós e Augusto vamos assistindo isso juntos.

Ainda vemos no filme a Gretchen de Emanuele Arujo – bem na sua cara porque dá audiência – Tainá Muller, a mãe do filho dele, o fofo Cauã Martins interpretando o filho, Ana Lúcia Torres a mãe e Domingos Montagner – que Deus o tenha – dando aula de palhaçada (e enfatizando quanto tempo leva pra produzir um filme nacional).

O diretor Daniel Rezende - montador de carteirinha - com certeza fez da montagem um excelente adicional artístico pro filme. As evoluções de trama usando ligações com plano sequência  são de encher os ~meus~ olhinhos. Fora a composição de ambiente dos anos 80 que é quase um túnel do tempo – pode prestar atenção nos detalhes, os caras pensaram em todos. E aliás, como a infância nos anos 90 foi.. Assustadora?!

E se depois de tudo isso, você ainda não viu motivo pra pagar o ingresso do cinema e assisitir a esse filme nacional, ainda tem mais um: Bingo, o Rei das Manhãs foi escolhido o concorrente brasileiro a uma vaga no Oscar de melhor filme internacional – já fica a torcida.


Pra quem valoriza o cinema nacional (e pra quem não valoriza mas deveria muito) a dica é Bingo, o rei das manhãs.

Cris F Santana
(@crisfsantana)

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Planeta dos Macacos: A Guerra


Que a trilogia símia sempre acaba fazendo a gente torcer pros macacos (e contra os humanos) todo mundo já sabe. Mas dessa vez.. Eles fizeram a gente torcer muito pelos macacos!

planeta dos macacos a guerra
A macacada reunida

Se você não lembra do começo da história - se você não viu, pula, que tem spoiler. Em A Oigem, Cesar (Andy Serkis em todos os filmes) era um macaco comum de lab que foi usado pra testes de uma nova droga pra cura do Alzheimer. Acontece que a droga causou uma mutação gênica no macaco que adquiriu super inteligência - inclusive aprendeu a falar. O macaco era até bem cuidadinho pelo seu dono e família, mas por causa de umas tratas lá da ilegalidade dos experimentos, ele é levado pra um galpão de macacos de testes. Indignado com os maus tratos que os símios recebiam nos laboratórios, Cesar organiza uma revolta, detona todos os humanos do mal do local e foge pra floresta com a macacada pra começar de novo. Daí, em O Confronto os símios constroem uma comunidade que volta e meia se mete em tretas com os humanos. No meio do rolê se destaca o gorila Koba, um dos mais maltratados nos testes de lab e que por isso guarda muita mágoa no coração. O Koba inicia uma briga feia com os humanos que estão cada vez mais doentes por causa de um surto de gripe símia, mas o Cesar não quer brigar e no fim acaba matando o Koba. Mas até aí a maioria dos humanos já morreu também. - fim do spoiler.

"Humans get sick, apes get smart, humans kill apes."

E chegamos ao terceiro e último filme (por isso que chama trilogia). Um coronel sobrevivente (Woody Harrelson, o hipnotizados de mágicos) tá determinado a achar a tribo do César e matar todos os macacos "pelo bem da humanidade". O exército humano tem sucesso numa emboscada que causa perdas inimagináveis pro time do Cesar. O líder dos macacos resolve se vingar do acontecido e ganha o apoio do orangotango vermelho e do soldado fiel Rockt. Na trilha, o grupo agrega também o chimpanzé Bad Ape, um ex macaquinho de zoológico, alívio cômico oficial do filme, e a garotinha Nova, cujo plot não posso falar se não é spoiler.

Um pouco arrastado no segundo ato e um tanto eletrizante no ato final, o filme do diretor Matt Reeves conseguiu aprofundar ainda mais a empatia já criada entre o espectador e o time dos macacos. Como disse no começo, é impossível não torcer pra macacada se dar bem e os humanos muito mal - até os macacos mais do mal parecem mais empáticos que os humanos.

E impossível não destacar os efeitos visuais do filmes que transformou tantos atores em tantos macacos! 

Dica pra quem curti os macacos ou pra quem tá cansado dos humanos, Planeta dos Macacos: A Guerra.

Cris F Santana
(@CrisFSantana)


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Em Ritmo de Fuga

Baby Driver - 2017

Já imaginou misturar Drive com Scott Pilgrim e botar de protagonista um cara meio Joel Goodsen meio Ferris Bueller?! 

Foi isso que o diretor Edgar Wright fez! Em Em Ritmo de Fuga – ou Baby Driver, no nome original, que facilita a referência – ele nos apresenta o moço Baby (Ansel Ergot, ou o carinha sem perna que gostava da menina sem pulmão, que era irmã dele no outro filme). Quando criança ele sofreu um acidente que deixou como sequela um constante zumbido nos seus ouvidos. O cara encontrou um meio peculiar de amenizar o barulho inconveniente, o tempo todo tem os fones do iPod player de música da maçã nos ouvidos, ouvidos playlists muito bem selecionadas.

"Alguém viu meus cigarros?"
Motorista excelente e acidentalmente em dívida com o bandido Doc (Frank Underwood, também conhecido como Kevin Spacey) Baby faz serviços de piloto de fuga no infinito “só mais um trabalho” pra sanar sua conta. No meio dessa correria do crime o moço conhece e se apaixona por Debora (Lily James ou Cinderela), a garçonete da roupa de zebra, que vira um motivo a mais pra ele querer terminar de vez seus serviços. 

A química entre Ansel e Lily (Baby e Debora) é um ótimo ingrediente adicional no romance thriller. E as playlist do Baby são destaque especial na película, elas fazem o filme. Seja dirigindo, seja comendo um sanduba de manteiga de amendoim. Seja The Jon Spencer Blues Explosion, os riffs de The Damned (Neat Neat Neat), Golden Earring no chevão, Bob & Earl com café, Button Down Brass se confundindo com os tiros, a guitarra do Queen dando o ritmo na ação, tudo foi meticulosamente escolhido por Wright pra ornar com a ação (ou não) do momento. Um baita acerto.

No filme também estão Jon Hamm (Mad Men) e Eiza González, como Bonnie e Clyde Buddy e Darling e Jamie Foxx (Django) como Batt, todos na gangue de assaltantes. 

Seja no Mustangão vermelho, seja no Chevy 86 roxinho, seja pra quem espera um musical romântico ou um thrilher perseguição de carros. Fica a dica da Caneca, Em Ritmo de Fuga. Dê o play no acelerador e pise fundo na playlist!

Cris F Santana
(@CrisFSantana)

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Guardiões da Galáxia Vol. 2

Os Guardiões da Galáxia estão de volta!

Depois de digivolver de quadrinhos série C da Marvel pra uma das sagas do UMC que todo mundo conhece - e quase todo mundo ama - e agora já conhecidos como tais, Peter "Star Lord" Quill (Chris Pratt, de domador de dinosauros a anti-herói), Gamorra (Zoe Saldana, especialista em vida extraterrestre), Drax (Dave Bautista, o grandão), Rocket (da voz de Bradley Cooper) e Groot (na voz miniaturizada de Vin Diesel) estão num objetivo mais família dessa vez, em busca dos parentes de um, da história do outro.. O que realmente sabemos sobre o pai do Peter? Ou sobre a Gamorra? Ou sobre o que une eles todos?

E é bem isso que o filme é! Um filme sobre relacionamentos, não só sobre família mas sobre as definições de família, também. - e você aí achando que Gamorra ser verde era um diferencial. Outros personagens que a gente já conhece também estão de volta, o pai/sequestrador do Peter, Youndu (Michael Rooker), é um exemplo e tanto de personagem que parecia secundário e se torna bem importante por aqui. Algumas caras novas também aparecem no novo filme, Karen Gillan (azul), Kurt Russell (com mullets), marcando presença, Pom Klementieff (com antenas) e Sylvester Stallone.. Que não posso falar muito sobre quem são, onde vivem e o que fazem, porque né?! Spoilers!

James Gun não perdeu a mão na arte de colorir a tela e de fazer rir - nem na de fazer a gente achar o Baby Groot o tronquinho mais fofo do universo - Se você vai ao cinema esperando aquela trilha sonora maneira de Guardiões, vai achar! Se você vai ao cinema esperando aquelas piadas de humor pesado discontraído, vai achar! Se você vai ao cinema esperando ação.. Bem.. Não tanto assim, mas vai achar! O roteiro é coerente do inicío até o fim das suas cinco cenas pós crédito. É desses cheios de referências e easter egg pra geek nenhum botar defeito. Nem se percebe que passaram mais de 2 horas dentro do cinema.

E não vou falar sobre o que eles mostram das jóias do infinito, porque né? Mais uma vez, spoilers! - #CrisBrincalhona.


Se você gosta de Marvel, de heróis improváveis (ou de anti-heróis), de piadas, de fitas k7, de muitas piadas e de histórias que o capitão américa não aprovaria - ou simplesmente se estiver na dúvida - a Caneca recomenda!

Cris F Santana
(@CrisFSantana)

terça-feira, 4 de abril de 2017

Caneca de Dicas: #52FilmsByWomen

Ainda aproveitando a inspiração da vitória de Moonlight no Oscar 2017 que levou as estatuetas de melhor filme pras mãos de suas produtoras Adele Romanski e Dede Gardner - Dede, no caso, se tornando a primeira mulher a ganhar duas vezes a categoria de melhor filme - a Caneca resolveu participar da campanha #52FilmsByWomen

A ideia é a seguinte: Durante as próximas 52 semanas - ou seja, o próximo 1 ano - vamos indicar um filme dirigido, escrito, estrelado ou destacado por mulheres.  E esperar que vocês também assistam e comentem com a gente o que acharam - ou façam a sua própria listinha e mandem umas dicas pra gente também.

Bora pra lista:


Semana 1 - In a world

"Em um mundo onde as mulheres são realmente valorizadas.." 
Escrito, dirigido e interpretado pela Lake Bell!!! - onipresente e onipotente - O filme conta a história de Carol, uma mulher que trabalha a um tempo como treinadora vocal. Porém, de maneira despretensiosa, entra em uma disputa para narrar a chamada de um filme e ser a “voz do momento”! - Em um mundo onde..." - Provocada, ela decide ir com tudo para vencer seus dois concorrentes, seu pai e um cara metidão, em um cenário onde ouve o tempo todo que esse trabalho não é para mulheres. 

ps. Dá pra assistir o filme no Netflix canal por assinatura de streaming que a gente respeita.



quinta-feira, 23 de março de 2017

Caneca de Estreias: 23 de Março

Caneca mutante megazordiana com dorgas de Estreas essa semana.. Confira no vídeo os filmes em destaque entrando em cartaz em 23 de Março!

Se Inscreva Aqui!                                                                                       Ver no YouTube

Essa semana na Caneca de Estreias:

Tem Fragmentado suspense psicológico com James McAvoy (Charles Xavier, versão novinho) de M. Night Shyamalan. Tem Power Rangers, que dispensa explicações (e o diretor é o Dean Israelite). E tem T2 Traisnpotting a continuação do filme psicotrópico de 1996 (com o mesmo diretor, o Danny Boyle e os mesmos atores! Vinte anos depois!).

Confira e Comente!

Cris F Santana
(@CrisFSantana)

quarta-feira, 1 de março de 2017

Especial Oscar 2017: Premiados

Muitas piadas com o Trump, o melhor discurso não presente que se pode lembrar - do diretor Iraniano - Viola Davis divando e a rasteira de miss de Moonlight.

As Cobiçadas
O Oscar desse ano pode ter passado despercebido pela maioria dos brasileiros - muita mancada marcar o Carnaval no meio do Oscar - mas não passou despercebido pelos Canequeiros! E se você tava caído pelas ruas abraçado na garrafa dentro da sua fantasia de pierrot não conseguiu assistir a cerimônia, a gente te conta agora que já chegou a quarta-feira de cinzas o que aconteceu!

A cerimônia que rolou nesse domingo 26 de fevereiro surpreendeu pelo equilíbrio, mesmo quando todo mundo já achava que "La La Land - Cantando Estações" - e suas catorze indicações - ia ser o queridinho da noite, o filme levou apenas seis estatuetas pra casa - apenas - de melhor trilha e melhor canção original - quem diria?! - design de produção, fotografia, direção e atriz (Emma Stone). 

Seis dos nove indicados a Melhor Filme levaram alguma estatueta pra casa. Os filmes do homem-aranha "Até o último homem" e do irmão do Batman "Manchester a Beira-mar" levaram duas estatuetas cada, "A Chegada" e "Um Limite Entre Nós" uma cada - O Oscar ganhou a Viola Davis. E "Moonlight: Sob a Luz do Luar" três estatuetas, incluindo a de melhor filme.

"E o vencedor foi La La Land! Não! Pera!"
Mas o que vai marcar a cerimônia desse ano na história, com certeza, não são os Oscars de La La Land ou de Moonlight, e sim a gafe a lá miss universo que rolou na entrega do grande prêmio. Entregaram - pobre estagiário - pro Warren Beatty (apresentador da categoria) o envelope errado, o de melhor atriz (Emma Stone, por La La Land), em vez do de melhor filme e o homem anunciou La La Land como vencedor. Mas poucos minutos depois, antes mesmo do discurso do vencedor, alguém reparou na falha e então chamaram a galera certa pra receber o prêmio. Essa foi a primeira vez em 89 edições do prêmio que aconteceu algo assim. Marcante.

Saiba todos os vencedores da 89ª edição do Oscar:

Melhor filme
- "Moonlight: Sob a luz do luar" (Moonligth) - Vencedor
Agora sim, Moonlight

- "A chegada" (Arrival)
- "Até o último homem" (Hacksaw Ridge)
- "Estrelas além do tempo" (Hidden Figures)
- "Lion: uma jornada para casa" (Lion)
- "Um Limite entre nós" (Fences)
- "A qualquer custo" (Hellor High Water)
- "La la land: Cantando Estações"
- "Manchester à beira-mar" (Manchester by the Sea)

Melhor diretor
Damien Chazelle ("La la land: Cantando estações") - Vencedor
- Dennis Villeneuve ("A chegada")
- Mel Gibson ("Até o último homem")
- Kenneth Lonergan ("Manchester à beira-mar")
- Barry Jenkins ("Moonlight: Sob a luz do luar")

Melhor ator
- Casey Affleck (“Manchester a beira mar”) - Vencedor
- Denzel Washington (“Um Limite entre nós”)
- Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)
- Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)
- Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico")
Viola Diva Davis

Melhor atriz
Emma Stone (“La La Land - Cantando estações“) - Vencedora
- Natalie Portman (“Jackie“)
- Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?“)
- Ruth Negga (“Loving“)
- Isabelle Huppert (“Elle“ )

Melhor ator coadjuvante
- Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar“) - Vencedor
- Jeff Bridges (“A qualquer custo”)
- Lucas Hedges ("Manchester à beira-mar")
- Dev Patel (“Lion: uma jornada para casa”)
- Michael Shannon ("Animais noturnos")

Melhor atriz coadjuvante
- Viola Davis ("Um Limite entre nós") - Vencedora *-*
- Naomi Harris ("Moonlight: Sob a luz do luar")
- Nicole Kidman ("Lion: uma jornada para casa")
- Octavia Spencer ("Estrelas além do tempo")
- Michelle Williams ("Manchester à beira-mar")

Melhor fotografia
- Linus Sandgren ("La la land - Cantando Estações") - Vencedor
- Bradford Young ("A chegada")
- James Laxton ("Moonlight: Sob a luz do luar")
- Greig Fraser ("Lion: uma jornada para casa")
- Rodrigo Prieto ("O silêncio")

Melhor animação
- "Zootopia" - Vencedor
- "Kubo e as cordas mágicas"
- "Moana"
- "Minha vida de abobrinha"
- "A Tartaruga Vermelha"

Melhor filme em língua estrangeira
- "O apartamento" - Vencedor
- "Land of mine"
- "Um Homem chamado Ove"
- "Tanna"
- "Toni Erdmann"

Melhor roteiro original
- Kenneth Lonergan ("Manchester à beira-mar") - Vencedor
- Damien Chazelle ("La la land: Cantando estações")
- Taylor Sheridan ("A qualquer custo")
- Yorgos Lanthimos ("O lagosta")
- Mike Mills ("20th century woman")

Melhor roteiro adaptado
- Barry Jenkins ("Moonlight: Sob a luz do luar") - Vencedor
- Luke Davies ("Lion: uma jornada para casa")
- August Wilson ("Um Limite entre nós")
- Allison Schroeder e Theodore Melfi ("Estrelas além do tempo")
- Eric Heisserer ("A chegada")

Melhor documentário
Oscar de Efeito Visuais?! Por que será?
- "O.J. Made in America" 
- "Fire at sea"- "I am no your negro"
- "Life, animated"
- "13th"

Melhor curta-metragem
- "Sing" - Vencedor
- "Ennemis Intérieurs"
- "La femme et le TGV"
- "Silent night"
- "Timecode"

Melhor curta-metragem de animação
- "Piper" - Vencedor
- "Blind Vaysha"
- "Borrowed time"
- "Pear Cider and Cigarettes"
- "Pearl"

Melhor documentário em curta-metragem
- "The white helmets" - Vencedor
- "Extremis"
- "41 miles"
- "Joe's violin"
- "Watani: My homeland"

Melhor montagem (edição)
- John Gilbert ("Até o último homem") - Vencedor
- Joe Walker ("A chegada")
- Jake Roberts ("A qualquer custo")
- Tom Cross ("La la land: Cantando estações")
- Nat Sanders e Joi McMillon ("Moonlight: Sob a luz do luar")

Melhor edição de som
- Sylvain Bellemare ("A chegada") - Vencedor
- Renee Tondelli ("Horizonte Profundo: Desastre no Golfo")
- Robert Mackenzie ("Até o último homem")
- Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan ("La la land: Cantando estações")
- Alan Robert Murray ("Sully: O herói do rio Hudson")

Melhor mixagem de som

- Kevin O'Connell ("Até o último homem") - Vencedor
- Bernard Gariépy ("A chegada")
- Ai-Ling Lee e Andy Nelson ("La la land: Cantando estações")
- David Parker ("Rogue One: Uma história Star Wars")
- Greg P. Russell ("13 Horas: Os soldados secretos de Benghazi")

Melhor design de produção
- David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco ("La la land: Cantando estações") - Vencedor
- Patrice Vermette ("A chegada")
- Anna Pinnock e Stuart Craig ("Animais fantásticos e onde habitam")
- Nancy Haigh ("Ave, Cesar!")
- Guy Hendrix Dyas ("Passageiros")

Melhores efeitos visuais
- Robert Legato, Adam Valdez ("Mogli - O menino Lobo") - Vencedor
"Nosso final é tão bom que o Oscar até copiou"
- John Knoll, Mohen Leo ("Rogue One: Uma história Star Wars")
- Craig Hammack ("Horizonte Profundo: Desastre no Golfo")
- Stephane Ceretti ("Doutor Estranho")
- Steve Emerson, Oliver Jones ("Kubo and the two string")

Melhor canção original
- "City of stars" (La la land: Cantando Estações") - Vencedora
- "Audition (The fools who dream)" ("La la land: Cantando Estações")
- "Can't stop the feeling" (Trolls")
- "The empty chair" (Jim: The James Foley Story")
- "How far I'll go" ("Moana")

Melhor trilha sonora
- Justin Hurwitz ("La la land: Cantando estações") - Vencedor
- Mica Levi ("Jackie")
- Nicholas Britell ("Moonlight: Sob a luz do luar")
- Thomas Newman ("Passageiros")
- Dustin O'Halloran and Hauschka ("Lion: uma jornada para casa")

Melhor cabelo a maquiagem
- Alessandro Bertolazzi ("Esquadrão suicida") - Vencedor
- Eva von Bahr ("Um Homem Chamado Ove")
- Joel Harlow e Richard Alonzo ("Star Trek: Sem fronteiras")

Melhor figurino
- Colleen Atwood ("Animais fantásticos e onde habitam") - Vencedora
- Joanna Johnston ("Allied")
- Consolata Boyle ("Florence: Quem é essa mulher?")
- Madeline Fontaine ("Jackie")
- Mary Zophres ("La la land: Cantando estações")

Mais uma vez a equipe da Caneca está feliz em fechar mais um ciclo de Cinema e agradece a companhia de quem seguiu tudo aqui com a gente! Que venham os próximos filmes e agora, que passou o carnaval pós Oscar, podemos dizer oficialmente: Feliz Ano Novo!

Cris F Santana
(@CrisFSantana)


Ps. Se você apostou no nosso quiz não deixe de conferir aqui o resultado! 

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