quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O preço do amanhã (por Dani Salemme)

(In time - 2011


Como seriam nossas vidas se nossa principal moeda de troca fosse o tempo?

Esse é o cenário do filme O preço do Amanhã. Num futuro não muito distante, as crianças nascem com um controlador de tempo inserido em seus corpos. Ao completar 25 anos esse contador é iniciado em modo regressivo de aproximadamente um ano.




A partir dai, para viver mais, você deve negociar o tempo... Trabalhar para ganhar minutos, apostar as horas... Mas, você também gasta seu tempo pagando contas, comprando necessidades básicas e tudo o que atualmente fazemos na base do dinheiro.

Sendo o tempo uma moeda tão preciosa, claro que o adorável ser humano (#not) se adaptou a isso da melhor forma possível: existem ladrões de tempo e políticos que controlam tudo deixando uma pequena parcela da população com tempo para viver eternamente e a grande maioria morrendo com 26 anos. (qualquer semelhança com nossa realidade e o dinheiro terá sido mera coincidência).



É nesse novo mundo que Will Salas (Justin Timberlake) conhece um cara que tem mais de um século pela frente mais quer morrer, argumentando que não fomos feitos para viver para sempre e que essa negociação do tempo nada mais é do que um jeito de diminuir a densidade demográfica (excluindo os pobres, obviamente). Will decide então ir atrás de justiça!

Atravessando fronteiras chega na cidade dos magnatas, conhece e se apaixona (claro) pela jovem Sylvia Weis (AmandaSeyfried), filha do cara mais poderoso do tempo, cai numa emboscada , sequestra a garota e dai pra frente começa toda a aventura dos dois, a paixão mutua entre vítima e sequestrador e algumas paradinhas clichês.

A parte as cenas de ação bem forçadas (normal) com pneus de carro que nunca furam e gente cercada de metralhadoras sendo disparadas que saem sem um único tiro, a história do filme é bem interessante, tem umas viradas muito boas na história e prende a atenção.

É interessante perceber como o mundo é o mesmo, as regras e as injustiças são as mesmas, mas trabalhar com a moeda tempo parece ser muito mais doloroso do que com nosso velho dinheirinho...



Eu recomendo!


Dani Salemme

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